O papel das brincadeiras no desenvolvimento

Phomenta • 8 de agosto de 2019

 

É inquestionável a importância da brincadeira para o desenvolvimento infantil. Ela está inserida na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sendo um dos seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento da criança: 1. conviver, 2. brincar, 3. participar, 4. explorar, 5. expressar e 6. conhecer-se.

 

A partir dos seis direitos, a BNCC estabeleceu também os campos de experiência, fundamentais para que a criança possa aprender e se desenvolver:

  • O eu, o outro e o nós;
  • Corpo, gestos e movimentos;
  • Traços, sons, cores e formas;
  • Escuta, fala, pensamento e imaginação;
  • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.

 

A brincadeira é, portanto, uma parte fundamental da aprendizagem e desenvolvimento, o contato com os campos de experiência, tornam aqueles que participam da dinâmica protagonistas de seu desenvolvimento. E, é por isso que aqui na Phomenta, implementamos algumas dinâmicas para a facilitação de grupos.

 

Facilitação de grupos

 

Na Phomenta, valorizamos a facilitação de grupos como uma ferramenta poderosa para promover o aprendizado colaborativo. Facilitar um grupo é mais do que apenas organizar atividades; é criar um ambiente onde todos se sintam seguros e encorajados a participar. E, com isso, dinâmicas que envolvem brincadeiras possuem um papel fundamental.

Dicas para facilitação de grupos


  1. Crie um ambiente acolhedor: comece com uma introdução amigável e explique o propósito da atividade.
  2. Estabeleça regras simples: regras claras ajudam a manter o foco e a participação de todos.
  3. Use perguntas abertas: estimule a reflexão e a discussão com perguntas que não tenham respostas certas ou erradas.

 A partir da exploração desses dessas dicas, os integrantes do grupo estimulam a sua imaginação através das brincadeiras. 

Ideias de atividades quebra-gelo

As atividades quebra-gelo são importantes para iniciar uma sessão de facilitação. Elas ajudam a descontrair o grupo e a criar conexões entre os participantes. Veja abaixo as ideias:

  1. Apresentação criativa: peça aos participantes que se apresentem usando um objeto pessoal que tenha significado para eles.
  2. Mapa de conexões: crie um mapa onde cada pessoa indica uma conexão que tem com outra pessoa do grupo, pode ser um interesse comum ou uma experiência compartilhada.
  3. História coletiva: inicie uma história e peça para que cada participante adicione uma frase, construindo uma narrativa coletiva.


 As brincadeiras e atividades em grupo não são apenas divertidas, mas também essenciais para o desenvolvimento integral das crianças e adultos. Na Phomenta, acreditamos que a facilitação eficaz e as atividades interativas são fundamentais para promover um aprendizado significativo e colaborativo.



Este artigo foi redigido por  SPES Infantil – Serviço Social da Paróquia São Paulo Apóstolo e atualizado pela equipe Phomenta em 22/05/24.

 


Publicações recentes

Por Mariana Moraes 25 de março de 2025
Imagine ter um time de profissionais dedicados a resolver desafios da sua organização social em poucos dias. Essa é a proposta da Maratona de Aceleração Social, promovida pela Johnson & Johnson em parceria com a Phomenta.
Por Instituto Phomenta 10 de dezembro de 2024
No dia 3 de dezembro, a Phomenta realizou um encontro que reuniu mais de 600 inscritos de diversas regiões do Brasil para debater os caminhos do impacto social. O webinar Futuro em Foco: Tendências de 2025 para o Terceiro Setor foi pensado como um espaço de troca, onde integrantes da Phomenta e espectadores discutiram questões urgentes para as organizações da sociedade civil. Mediado por Rodrigo Cavalcante, Aline Santos e Agnes Santos, o evento trouxe à tona tendências que já estão moldando o setor, a partir de temas sugeridos por quem está na linha de frente do impacto social. Além de um panorama geral sobre desafios e oportunidades, foram abordadas questões como mudanças climáticas, envelhecimento populacional e o uso da inteligência artificial, sempre destacando como esses tópicos impactam diretamente a atuação das ONGs. “Nós podemos construir mundos melhores do que este em que estamos”: como se preparar para as mudanças climáticas Os pensamentos de Ailton Krenak guiaram a conversa sobre mudanças climáticas, uma das principais tendências apontadas para 2025. Estamos testemunhando o impacto crescente de eventos extremos e precisamos planejar ações para “adiar o fim do mundo” ou, ao menos, garantir a sustentabilidade das organizações. “Nós falamos muito aqui na Phomenta sobre não dar para prever todos os problemas; a pandemia ninguém previu, por exemplo. As mudanças climáticas até previmos, mas não nessa proporção que está acontecendo. Então é preciso que a gente pense em como seremos mais resilientes, em como a gente lida com os impactos que o planeta vai passar”, comentou Agnes Santos, gerente de metodologia. “Precisaremos mudar nossas estratégias de atuação, não tem jeito. Por exemplo, se a sua organização não trabalha com refugiados climáticos, talvez no futuro precise começar a trabalhar com esse público.” Durante a discussão, foram levantados pontos como a necessidade de repensar práticas organizacionais para responder a cenários de crise, o papel das ONGs na disseminação de informações confiáveis e no engajamento das comunidades, e estratégias para fortalecer redes e parcerias intersetoriais. Envelhecimento populacional e a economia prateada O envelhecimento populacional no Brasil foi outro tema amplamente debatido. Puxado por Aline Santos, o tópico apresentou como esse fenômeno impacta diferentes áreas, desde a saúde até a economia. Com a expectativa de que o país esteja entre os mais envelhecidos do mundo até 2030, surgiram debates sobre inclusão, acessibilidade e a valorização do público 60+. Houve também preocupações sobre o impacto do envelhecimento na dinâmica familiar e nos serviços sociais, além de destacar a necessidade de combater o etarismo e criar projetos que promovam qualidade de vida e integração entre diferentes gerações. “A ideia central dessa tendência é que o futuro é intergeracional. Olhe para como você está construindo a sua equipe, olhe como está desenvolvendo estratégias de comunicação, como está criando estratégias de mobilização, seja de voluntários, doadores ou da população atendida. Conecte as gerações”, reforçou Aline Santos, gerente de operações. Inteligência artificial como ferramenta para o impacto social A inteligência artificial, já discutida no webinar de 2024, permaneceu como um dos temas mais requisitados pelos inscritos. As ONGs queriam saber como usar essa tecnologia para otimizar processos e ampliar o impacto. Foram apresentados exemplos como o uso de chatbots para atendimento, ferramentas de análise de dados para planejamento e estratégias para alcançar novos públicos. Contudo, foi reforçada a importância de garantir que sua aplicação seja ética e acessível, especialmente em contextos sociais mais vulneráveis. Rodrigo Cavalcante, diretor executivo da Phomenta, destacou o papel dos agentes de IA, programas que interagem com o ambiente, coletam e usam dados para realizar tarefas. “Pra mim, esse é um grande ponto que vamos olhar em 2025: a criação desses robôs para operar e fazer coisas pra gente. Pode ser um robô do WhatsApp, um robô que se comunica com doadores ou com os atendidos da organização”, explicou. Confira o webinar na íntegra
Por Instituto Phomenta 9 de dezembro de 2024
A transformação social acontece quando unimos forças e colocamos propósitos em ação. Foi sobre isso que nosso diretor executivo, Rodrigo Cavalcante , abordou durante o podcast Impacto ESG. No encontro, foram compartilhadas histórias, reflexões, desafios e as conquistas de conectar o mundo corporativo ao terceiro setor. Quer saber mais? Confira completo aqui:
Ver mais publicações

Fale com a Phomenta

Share by: